Se eu mudar um preço, a minha página na web muda sozinha?
Muda. O link aponta para o seu cardápio, não para uma cópia dele: item novo, preço
alterado, foto trocada ou item retirado aparecem para o cliente na próxima vez que ele
abrir. Você nunca precisa mandar um link novo por causa disso — nem quando tirar a
página do ar por uns dias e publicar de novo.
O cliente consegue fazer o pedido sozinho, pelo celular dele?
Consegue, dos dois lados. De casa, pela sua página na web: ele abre o link que
você mandou no WhatsApp ou pôs no Instagram, monta o pedido e envia, sem instalar
aplicativo e sem criar conta. Esse pedido para e espera a sua confirmação —
nada vai para a cozinha antes de você tocar. Sentado no salão, pelo Cardápio da
mesa: no QR Code daquela mesa ou no tablet deixado nela, ele informa nome e CPF e o
pedido desce direto para a cozinha, na conta da mesa.
E se alguém tirar foto do QR Code da mesa e pedir de casa?
Não passa. O pedido pelo celular só é aceito com a mesa aberta pelo garçom — foto do
código tirada em casa não manda comida para a cozinha. Quem quer pedir de casa usa o
link da sua página na web, e esse pedido espera a sua confirmação.
Se eu tirar a página na web do ar, as mesas param?
Não. A sua página na web e as mesas têm cada uma o seu “no ar”, e você liga e desliga
cada uma separadamente: tirar a página do ar não desliga as mesas, e tirar as mesas do
ar não derruba a página.
Vários clientes na mesma mesa podem pedir cada um do seu celular?
Podem. Todos os celulares da mesma mesa caem na mesma conta, e cada item mostra quem
pediu — na hora de dividir a conta, ninguém precisa lembrar quem comeu o quê.
O sistema calcula a rota pelas ruas, como um aplicativo de mapa?
Não, e é melhor dizer agora. O que ele faz é decidir a ordem das paradas: com as
entregas prontas no mapa, ele acha a sequência mais curta saindo do seu endereço, já
levando em conta quem está esperando há mais tempo. A distância que aparece é em
linha reta, e a tela escreve “aprox.” ao lado de cada número — para ordenar isso
basta, e para prometer horário de chegada não serviria, então não prometemos. O
caminho pelas ruas é o do aplicativo de mapa do próprio entregador: ele toca em
Abrir no Google Maps ou Abrir no Waze e sai com o trajeto na tela, já sabendo em que
ordem parar.
Meu entregador precisa baixar algum aplicativo?
Não precisa. A tela dele abre no navegador do celular — Android ou iPhone, o
aparelho que ele já tem — e não há nada para instalar, nem loja de aplicativos, nem
espaço ocupado na memória. Entregador que começa hoje à noite está trabalhando em um
minuto, e quem sai não fica com aplicativo instalado com dado da sua empresa dentro. Ele
vê as entregas dele, com endereço, quanto receber e quanto levar de troco, e tem
dois botões: Entreguei e Não consegui entregar.
Fico sabendo onde o entregador está? E ele é obrigado a isso?
Enquanto a entrega acontece, você vê a moto no mapa — é o que responde ao cliente que
ligou perguntando. Mas isso é escolha dele, e o sistema não finge o contrário: ele
lê um aviso claro antes da primeira entrega e pode recusar, sem perder entrega
nenhuma e sem nada mudar na tela dele. Aceitando, a posição só é enviada com a tela
aberta e na frente — bloqueou o celular ou trocou de aplicativo, para na hora —, ele
pode parar de enviar ou apagar o que já mandou com um toque, e o trajeto é apagado em
2 dias de todo jeito. Quem vê é só quem opera o seu endereço: nem o cliente, nem os
outros entregadores.
Tenho quatro empresas no mesmo endereço. O cliente vai ter de pedir quatro vezes?
Não. O cardápio do endereço mostra os itens das empresas que você escolheu integrar,
todos juntos, e o cliente monta um pedido só. Quando ele envia, o sistema
reparte item por item entre os CNPJs, manda tudo para a mesma fila de cozinha e junta
o total numa conta só. Ele paga uma vez, e a entrega tem uma tarifa só. O que continua
separado é o que precisa: o faturamento de cada empresa, o estoque dela e a nota fiscal
dela.
Se cada marca tem CNPJ próprio, como fica a nota fiscal?
Cada empresa emite a nota dela, com o CNPJ e o certificado digital A1 dela, sobre os
itens que saíram dela naquele pedido. Não existe uma nota só do endereço, e não existe
uma empresa faturando pela outra — isso a lei não permite, e o +Frella não tenta
contornar. O cliente pagou uma vez; a repartição é do sistema.
E o caixa, o estoque e a nota fiscal?
Não são deste ramo, são da sua empresa: valem igual para quem vende comida e para quem
vende roupa ou calçado. Estão descritos na página
inicial, com o certificado digital A1 dito com todas as letras.