Aprender a usar a Comanda Digital do começo ao fim
Bem-vindo à Comanda Digital. Vou te ensinar a usar, do começo ao fim, como se estivéssemos juntos no seu balcão. Não precisa saber nada antes.: ela vai…
Cada passo tem o áudio narrado que você também ouve dentro do aplicativo. Toque no play do passo para reouvir só aquele trecho.
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Bem-vindo à Comanda Digital. Vou te ensinar a usar, do começo ao fim, como se estivéssemos juntos no seu balcão. Não precisa saber nada antes.: ela vai piscar em cima da parte da tela que eu estiver explicando. Se quiser parar, toque no botão de ajuda outra vez.
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Antes de tudo, o mais importante. Se a sua lanchonete é só você, está tudo certo. Você não precisa contratar ninguém, não precisa criar usuário, não precisa configurar acesso. O seu login de dono do CNPJ já faz as três coisas: abre a comanda do cliente, prepara o pedido na cozinha e configura o sistema. Muita gente para nesta tela achando que falta alguém. Não falta.
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E quando a empresa crescer, você convida quem chegar, sem refazer nada. Enquanto isso, o sistema funciona inteiro com uma pessoa só. É por isso que a barra de progresso da central pode chegar a cem por cento sem você ter cadastrado nenhum funcionário.
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Agora o roteiro do seu primeiro dia, desenhado. São quatro passos, e o primeiro tem duas saídas: siga só a que é a sua. Se você tem equipe, comece criando o acesso do garçom e o acesso da cozinha, em Usuários. Cada um vai entrar com o CPF e a senha dele, no celular dele, e ninguém mais divide a senha da empresa. Se você trabalha sozinho, não crie nada: o seu login de dono já abre a comanda e já abre a cozinha. Pule direto para o passo um ponto um.
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E repare na ordem, porque ela economiza retrabalho. Criar o acesso do garçom vem antes de montar o cardápio, e não depois. Quem deixa isso para o fim monta tudo sozinho e refaz o caminho inteiro no dia seguinte, com o funcionário do lado esperando.
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Passo um ponto um, e é o único que não dá para pular: abra o cardápio e cadastre o que a sua empresa vende, com o preço. Sem item cadastrado, o garçom abre a comanda e não tem o que lançar. A cozinha e o bar já estão prontos, nós criamos os dois para você, então em cada item você responde uma pergunta só: quem prepara isso? O lanche vai para a cozinha. O chope vai para o bar. E o refrigerante não vai para lugar nenhum, porque ninguém prepara refrigerante: é só pegar na geladeira, e aí você escolhe entrega direta.
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Passo dois: o garçom entra pelo celular dele. Peça para ele abrir o aplicativo e entrar com o CPF e a senha dele, e ele já cai na tela de comandas, sem procurar nada. E aqui está a parte que tranquiliza todo dono: ele vê só a comanda digital, as mesas e os pedidos. Não vê o caixa, não vê o financeiro, não vê os cadastros e não vê a fila da cozinha.
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Passo três: a cozinha entra na tela da cozinha, do mesmo jeito, no aparelho que fica lá. Ao entrar ela escolhe a unidade e o setor, chapa, bar, sushi, e a fila mostra só o que é daquele setor. Ela vê só o preparo: não abre comanda, não mexe em preço, não fecha conta e não vê dinheiro.
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E o passo quatro é o dia normal, parada por parada, com o nome de quem faz cada uma. Antes do primeiro cliente, quem cuida do caixa abre o caixa contando o troco: sem o caixa aberto, o garçom e a cozinha não conseguem trabalhar, e a tela deles pede para abrir o caixa. O cliente senta e o garçom abre o aplicativo. Ele abre uma comanda nova e escolhe a mesa. Lança os itens e toca em enviar pedido para cozinha, e enquanto ele não tocar nesse botão, a cozinha não sabe que o pedido existe. O pedido cai na fila da cozinha na mesma hora, sem ninguém avisar. A cozinha toca em marcar pronto. O garçom é avisado na tela dele, leva à mesa e toca em entregar ao cliente. O cliente pede a conta, e o garçom leva a conta: quem recebe o dinheiro é o caixa. O caixa fecha a conta e registra o pagamento, dinheiro, pix, débito ou crédito. E a nota fiscal sai no mesmo fechamento, sem você redigitar nada em outro sistema.
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E esta tabela é o resumo de quem faz o quê. Repare na linha azul de cada cartão: é a tela que aquela pessoa abre quando entra no aplicativo. O garçom cai direto na tela de comandas. Quem está na cozinha cai direto no painel da cozinha. E você e o gerente veem tudo: a central, o salão, a cozinha e os cadastros. Quem opera tem uma tela só, a do trabalho dele; quem administra tem todas.
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E este desenho é a operação inteira numa olhada. O pedido nasce por uma de três portas: o salão, o telefone do delivery, ou o próprio cliente abrindo o link do Cardápio Online Interativo. As três caem na mesma fila da cozinha. Depois o pedido sai pela porta por onde entrou, o caixa fecha a conta, e a nota fiscal sai daqui mesmo.
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Este desenho é o mesmo caminho, resumido, para você bater o olho e lembrar. Comanda aberta, itens do cardápio, e aí a bifurcação: o que precisa de preparo vai para a cozinha, o que não precisa sai direto. Depois entregue, e por último fechada.
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E o fim do caminho, que é onde a comanda vira dinheiro. Quando o cliente pede a conta, ela aparece primeiro na lista de comandas, para você conferir. Você ajusta o que precisar, fecha a conta e imprime. Aí a comanda fica aguardando o pagamento, e ela ainda pode ser corrigida — nada entrou no caixa ainda. Só quando você toca em pagamento recebido é que o valor vai para o financeiro, e a mesa é encerrada de vez.
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Agora a pergunta que fica na cabeça de todo mundo: quanto custa. E a resposta inteira cabe em três linhas, que são estas na tela. A primeira é a assinatura: trinta reais por mês, por estabelecimento, com tudo dentro e sem módulo vendido à parte, inclusive a emissão de nota fiscal. A segunda é a comanda de salão: vinte e cinco centavos cada uma. E repare que é por comanda, não por item — a mesa que pediu doze coisas custa o mesmo que a que pediu uma. A terceira é o pedido de entrega: noventa e nove centavos, um preço só, tenha ele entrado pelo telefone ou pelo cardápio online. As duas últimas são taxas, e taxa você só paga quando vendeu.
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E aqui está a chave que muda a conta inteira: essas duas taxas podem não ser suas. Logo abaixo da lista há duas abas, uma para cada escolha, e a primeira é esta: o cliente paga a taxa. No salão, quem decide é o caixa, conta a conta, no fechamento: é o botão Taxa Mais Fríla. Na entrega, é uma chave em entrega, horários e tarifas, que vale para todo pedido. Repassada, a taxa entra na conta do cliente, à vista dele: taxa de serviço no salão, taxa de entrega no delivery. Ele paga junto, e ela não sai do seu bolso. A taxa continua indo para a plataforma, só que quem pagou foi o cliente, e é justamente ela que paga a sua assinatura e, passando de cento e oitenta reais no mês, começa a voltar para você.
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Agora a régua, e ela é o pulo do gato: a taxa que os seus clientes pagam é que paga a sua assinatura. Dos primeiros cento e oitenta reais de taxa paga pelos clientes no mês, trinta quitam a assinatura e cento e cinquenta ficam com a plataforma. Passando de cento e oitenta, o sistema já saiu de graça, e trinta por cento de tudo que o cliente pagar ficam com você. No período de teste, sem assinatura para pagar, a conta começa em cento e cinquenta. Contam só as taxas que os clientes pagaram, as de salão e as de entrega somadas, e vale mês a mês. Você não precisa somar nada: no painel, o card da próxima fatura mostra quanto falta.
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Vamos fazer a conta de um mês juntos, com números que você reconhece: dez mesas por dia e cinco entregas por dia, num mês de trinta dias. Trezentas comandas de salão, a vinte e cinco centavos cada, dão setenta e cinco reais. Cento e cinquenta entregas, a noventa e nove centavos, dão cento e quarenta e oito reais e cinquenta centavos. Com o repasse ligado, os clientes pagaram duzentos e vinte e três reais e cinquenta de taxas, dentro dos pedidos. Trinta pagam a sua assinatura, cento e cinquenta ficam com a plataforma, e dos quarenta e três e cinquenta que sobram, trinta por cento, treze reais e cinco centavos, são seus. A fatura fecha em duzentos e dez reais e quarenta e cinco, paga com o dinheiro que os clientes já te deram. Ou seja: essa empresa usou o sistema inteiro de graça, e ainda sobraram treze reais e cinco no caixa.
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Agora a segunda aba: a empresa paga a taxa. Com o repasse desligado, o cliente não vê taxa nenhuma, e ela sai do seu bolso, na fatura do mês. Ela não volta para você: os trinta por cento são a sua parte de uma taxa que o cliente pagou. Mas tem teto: chegou a cento e cinquenta reais de taxas no mês, as próximas passam a ser zero. No máximo, cento e cinquenta de taxas mais trinta de mensalidade: cento e oitenta reais.
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O mesmo mês, sem repasse. Trezentas comandas e cento e cinquenta entregas somam duzentos e vinte e três reais e cinquenta de taxas, agora do bolso da empresa. Passou do teto, então ela paga cento e cinquenta. Nenhuma taxa veio do cliente, então a mensalidade fica cheia: trinta reais. Total do mês: cento e oitenta reais. Com o repasse ligado, o mesmo mês sairia de graça, e ainda sobrariam treze reais e cinco no seu caixa.
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E três coisas valem para as duas escolhas. Pode misturar: repassar a do salão e absorver a da entrega, e cada regra vale para a sua parte. No cadastro você ganha dez dias grátis, e durante o teste as taxas da empresa são zero; só as pagas pelo cliente são cobradas, e, sem assinatura para pagar, os seus trinta por cento começam a partir de cento e cinquenta reais. E tudo é por estabelecimento e por mês, do dia primeiro ao último; a fatura sai no dia dez e vence no dia quinze.
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Só agora a comparação, e é de propósito que ela venha depois da conta: comparação antes vira anúncio. Olhe as duas barras. Elas são o mesmo pedido de cem reais. Um aplicativo de delivery concorrente fica com no mínimo doze por cento de cada pedido: doze reais ou mais que saem da sua margem, todo pedido, todo dia. Aqui o mesmo pedido custa noventa e nove centavos, que é a barra verde, aquele risquinho embaixo da vermelha. E a terceira barra, com o repasse ligado, é o trilho vazio: o sistema saiu de graça, e ainda sobrou dinheiro no seu caixa.
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E a segunda conta, a que quase ninguém soma: o que sai do seu banco todo mês antes de você vender qualquer coisa. Um sistema completo, com tudo o que você viu nesta aula, custa quatrocentos reais ou mais por mês. Olhe a barra de baixo: aqui tudo isso custa trinta. E, passando de cento e oitenta reais em taxas pagas pelos clientes, custa zero, e trinta por cento do que passar ainda ficam com você.
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E o que cabe nesses trinta reais é tudo o que você viu nesta aula. Conte os oito quadros: comanda de salão, painel de cozinha, delivery, cardápio online interativo, controle de estoque, caixa, relatórios e emissão de nota fiscal. Não é um pedaço do sistema, é o sistema inteiro. Para emitir nota, sua empresa precisa de um certificado digital A1, que é dela e fica com ela.
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E terminamos. Se você quiser fazer o teste agora, toque neste botão: ele leva para as comandas, e lá você abre uma mesa de brincadeira, lança um item, envia, marca pronto e fecha. Cinco minutos fazendo isso valem o turno inteiro. E esta explicação fica sempre aqui, em como começar, para ouvir de novo quando precisar.
Este passo a passo é o mesmo que o +Frella narra dentro do aplicativo, na própria tela, acendendo o botão de que está falando.
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